Usar luvas na prática da jardinagem e quando manusear gatos doentes;
- Tratar e isolar os animais doentes e desinfetar o local com água sanitária;
- Os animais mortos devem ser cremados para evitar que pessoas e outros animais sejam infectados;
- Machos e fêmeas devem ser castrados, com o objetivo de diminuir suas saídas à rua.
OBSERVAÇÕES GERAIS:
O atendimento a pessoas com esporotricose no Rio de Janeiro está sendo feito pelos médicos dos Serviços de Atenção Básica (Clínicas da Família e Centros Municipais de Saúde) do Programa Saúde da Família. Casos que apresentam uma complexidade maior, serão então referendados para o Centro Clínico do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, através de encaminhamento médico, do local de origem. Todos os dias a equipe de enfermagem faz avaliações, no período da manhã e, se for pertinente, a consulta médica é agendada. - O animal com suspeita de esporotricose deve ser levado a uma clínica veterinária. Há atendimentos de baixo custo e alguns gratuitos. No Rio de Janeiro, o animal pode ser encaminhado à Unidade de Medicina Veterinária da Prefeitura, que presta atendimento de segunda a sexta-feira, pela manhã e à tarde, com distribuição de números por ordem de chegada.
Para mais informações acesse o site http://www.1746.rio.gov.br/ ou ligue para o 1746 da prefeitura. Por sua vez, o Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman também pode contribuir com informações. O IJV fica na Avenida Bartolomeu Gusmão 1.120, em São Cristóvão, Rio de Janeiro. O contato é: ijv@rio.rj.gov.br. -
PARA MAIS INFORMAÇÕES: Centro de Controle de Zoonoses Paulo Darcoso Filho - Santa Cruz
Sugerimos ainda o contato com a Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais: (21) 3402-0388 (Centro de Proteção Animal);
Ouvidoria de atendimento: 3402-5417;
Administração no Centro Administrativo São Sebastião (CASS): 2292-6516;
Prefeitura:1746;
Unidade Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman (UJV): ijv@rio.rj.gov.br













